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terça-feira, 4 de novembro de 2014

APOLOGÉTICA EVIDENCIALISTA - Nélio Carneiro da Cunha



                    APOLOGÉTICA EVIDENCIALISTA     

                            Seminário Teológico Pentecostal do Nordeste
Aluno Nélio Carneiro da Cunha
Pr.  Professor Jonas Silva

RESUMO
O presente artigo tem como finalidade mostrar que os evidencialistas insistem que a apologética não pode começar a partir do pressuposto do Deus da Bíblia. A epistemologia evidencialista, começa no mesmo lugar que a epistemologia do descrente. Ambas pressupõem que o universo pode ser interpretado pela mente humana sem se referi a Deus. Eles tentam raciocinar a partir de dados (a ordem no universo, a ressurreição) para os princípios metafísicos (a existência de Deus, a divindade de Cristo). A base da fé, Segundo os evidencialistas, a certeza absoluta é algo impossível. O melhor que se pode esperar é um alto grau de probabilidade. Eles dizem que entre as várias cosmovisões possíveis, o cristianismo é o mais provável, e por isto deve ser aceito. A grande problemática dos Evidencialistas e que, se o descrente pode descobrir a verdade e interpretar o universo sem Deus, então por que ele precisa de Deus? E como é que o evidencialista sabe que existe uma correspondência entre as percepções da sua mente e o mundo exterior? O evidencialismo pode ser muito útil, contanto que seja inserido num arcabouço de pressupostos suficientes para sustentá-lo. Somente o evidencialismo não basta para comprovar o cristianismo.

Palavras-Chaves: Evidencias ,Pressupostos,Aspectos Negativos,

INTRODUÇÂO
A Apologética Evidencialista, alega que as evidências materiais favorecem a validade do cristianismo. O evidencialista começa num ponto comum com os não-cristãos, presumindo que os sentidos e a inteligência são ferramentas útepara descobrir a verdade. Ele menciona registros históricos em favor da Bíblia, procurando demonstrar que:
             Apesar de suas partes mais recentes terem sido escritas há quase dois milênios, ela foi preservada por fiéis copistas, de modo que o sentido de seu texto permaneceu inalterado ao longo dos séculos, como nenhum outro livro antigo chega perto de ser;
             Ela contém profecias pontualmente cumpridas, que anteciparam eventos internacionais em dezenas ou centenas de anos;
Ela é harmoniosa do começo ao fim, formando um único pensamento, apesar de seus autores possuírem diversas formações e culturas, e, muitas vezes, não conhecerem os livros uns dos outros;
            Ela é precisa arqueologicamente, se referindo a detalhes que, por inexatidão científica, eram contestados pelos historiadores, até serem esclarecidos por escavações posteriores.
Então, quando a razão mostra-se limitada para encontrar respostas a questões que transcendem o campo da investigação, tais como o sentido da existência, o evidencialista recomenda a aceitação do cristianismo, pelas abundantes evidências acumuladas em favor dessa religião. Todas as palavras contidas na Bíblia são fiéis de Gênesis a Apocalipse.

O uso Correto das Evidencias na defesa da Fé Cristã            
O Dr. Greg Bahnsem, explica qual o uso correto das evidências na defesa da Fé Cristã.
Na crença popular, hoje, na escolha de um método apologético, um Cristão-Bíblico defronta-se entre argumentar pressuposicionalmente ou apelar para evidências histórica ou natural em favor do Cristianismo. Mas, isto é inteiramente errado. A Apologética Pressuposicional endossa e, até mesmo, encoraja o uso das evidências – mas não oferece as evidências da forma “tradicional”, como um recurso à autoridade da (alegadamente) razão autônoma do incrédulo. Incrédulos que estão autoconscientes em sua autonomia, geralmente lutarão com todas as suas forças contra os “fatos” que nós possamos utilizar a favor da veracidade da Bíblia.
O uso pressuposicional das evidências na apologética reconhece que, no final das contas, o conflito intelectual entre Crentes e Incrédulos é uma questão de Cosmovisões. Devemos mostrar que a Cosmovisão Incrédula, pelo qual ele deseja opor-se às reivindicações da fé, não apenas exclui os fatos da Escritura, mas exclui a completa inteligibilidade de quaisquer fatos sobre qualquer assunto. Por esta razão, Van Til não desistiu de que o apologista não cometesse o engano de pretender ser neutro ou autônomo no raciocínio, mas apresenta-se sua defesa fatual de modo correto e de modo claro ao Incrédulo. “Cristianismo, então, não precisa refugiar-se sob o teto de um método cientifico independente de si mesmo. De preferência, oferece-se como um teto para métodos que seriam científicos.”
Se a inteligibilidade do raciocínio indutivo, empírico usado pelo Incrédulo se opor à Fé faz algum sentido filosófico, o Incrédulo precisará afirmar a Fé Cristã como sua pressuposição ou cosmovisão! O esforço do dos Incrédulos devem ser voltados contra sua própria incredulidade. Isso é simplesmente a maneira pressuposicional de defender a fé e pressionar os argumentos evidenciais.
A força evidencial da ressurreição de Cristo é perdida quando o argumento da evidência para isto é apresentada ao incrédulo dentro do contexto das pressuposições bíblicas? De modo algum, a Apologética Pressuposicional convoca o Cristão e o Não-Cristão a colocarem suas cosmovisões lado a lado e a fazer um exame interno de ambas em suas respectivas “lógicas internas”. Em tal comparação, a força evidencial da ressurreição de Cristo é facilmente estabelecida.
Mas alguém poderia perguntar-se: “se os pressupostos já requerem que a Bíblia seja verdade e, portanto, que Cristo já ressuscitou dentre os mortos, como poderia a evidência ser exercer influência?” Bem, depois que a buzina apita após a bola ser lançada na cesta, o apito torna-se uma questão do passado e nós, mesmo sabendo o resultado do jogo, ainda estamos estarrecidos pelo arremesso e podemos assistir impressionados quando observamos o replay do jogo. O arremesso é ainda impressionante, mesmo quando você sabe o contexto e o resultado.
E a ressurreição do nosso Senhor é muito mais impressionante, mesmo quando a abordamos dentro do contexto das verdades pressupostas pela Bíblia. Os Cristãos prontamente diriam aos Incrédulos: “Dentro de nossa cosmovisão, as evidências mostram que Deus ressuscitou Cristo dentre os mortos; ainda mais surpreendente, Ele o fez por amor para salvar pecadores como nós” – sua cosmovisão não tem nada tão impressionante como isto, mas, realmente, causa absurdo dentro da história, ciência e raciocínio.” A escolha deveria ser óbvia.

Aspectos Negativos da Apologética Evidencialista.
A apologética evidencialista apresenta três fraquezas principais, segundo Vicente Cheung, senão vejamos.
“Primeiro, biblicamente falando, o evidencialismo é infiel. Suas suposições, raciocínios e intenções não refletem o que a Escritura diz sobre Deus, o homem, a verdade e o pecado. Mas visto, que estamos fazendo apologética para defender a fé da Escritura, essa abordagem mina seu próprio propósito professo desde o início. E se a Bíblia é uma revelação da verdade, então algo que a contradiga deve ser falso.
Segundo, racionalmente falando ele é impossível. Ele começa e prossegue com os mesmos primeiros princípios, a mesma base irracional, que os incrédulos afirmam. O não-cristão confia em sua própria sensação, mas não pode fornecer uma justificativa para o empirismo. Ele apela para a sua intuição, mas não pode mostrar que a mesma reflete outra coisa que não seu preconceito subjetivo. Ele confia no seu raciocínio indutivo, mas não pode demonstrar sua validade racional. Ele pratica o método científico, que além de formalmente falacioso, depende da indução, sensação e frequentemente da intuição também.
Terceiro, falando de maneira prática, o evidencialismo não pode ser usado. Mesmo que ignoremos a primeira e a segunda série de problemas com o evidencialismo, na prática sua eficácia depende da credulidade do oponente. Essa abordagem pode fazer afirmações e alegações sobre “evidências”, que apoiam essas afirmações, mas não pode apresentar essas evidências no momento do debate. Os dados científicos relevantes, os fragmentos de manuscritos, os artefatos antigos, e assim por diante, não estão prontamente disponíveis ou portáveis para que a pessoa possa prontamente mostrá-los ao oponente como argumentos que são feitos sobre a base dessa evidência.”
Em conexão com isso, notemos que as três críticas contra o evidencialismo são de fato direcionadas para o método de raciocínio não-cristão. O fato é que o evidencialismo simplesmente adotou a abordagem não-cristã. Este sendo o caso, essas três críticas contra o evidencialismo também destroem os argumentos que os incrédulos empregam contra a fé cristã.
Além do mais, devido as inúmeras premissas dos argumentos evidenciais, e a complexidade envolvida em estabelecer cada premissa em quase cada argumento usado no evidencialismo. Sem dúvida, em quase todos os casos, o incrédulo nunca concordará. E visto que essas premissas dependem de métodos irracionais (sensação, intuição, indução, ciência, etc) para serem estabelecidos, o evidencialismo permite que o incrédulo obstinado mantenha indefinidamente sua resistência.
Portanto, ao menos que o oponente creia cegamente no cristão com respeito a essas evidências ou ao menos que a partir da exposição anterior, ele já tenha sido convencido delas. O melhor que o evidencialista pode esperar contra um incrédulo cético, segundo Vicente Cheng seria um empate.

CONCLUSÃO
Quando incrédulos resistirem aos argumentos fatuais que o apologista pode e deve prontamente colocar diante deles para confirmar ou defender a posição Cristã, Van Til diz que devemos, então, entender e levar seriamente que “a batalha não é primariamente sobre este ou aquele fato. A batalha é, basicamente, à respeito da filosofia dos fatos.... Ninguém pode ser um cientista de maneira inteligente sem ao mesmo tempo ter uma filosofia da realidade como um todo” .
Portanto, não penso que a apologética é necessária para que a fé cristã seja garantida e justificada. Mas não se segue daí que a apologética cristã seja, portanto, inútil ou não tenha nenhum beneficio em garantir e justificar a fé cristã. Se os argumentos da teologia natural e das evidências cristãs são bem sucedidos, a crença cristã é garantida por tais argumentos e evidências para a pessoa que os compreende, mesmo se ainda assim essa pessoa estivesse garantida na ausência de tais argumentos. Tal pessoa é duplamente garantida e justificada em sua crença cristã, já que dispõe de duas fontes de garantia e justificação racional.

FONTES
·         Eis Nosso Tempo!: Apologética Evidencialista: O Caminho Certo, disponível em http//www.Profgaspardesouza.blogspot.com.br./2010/02/há-uma-crítica-aos-apologistas.html, capturado em 18/09/14.
·         http//www.apologeticastpn.blogspot.com/2013/09/pressuposicionalism x evidencialismo. Capturado em 18/09/14.
·         http://www.monergismo.com/textos/apologetica/pressuposicionalismo-evidencialismo _cheung.pdf
·         Answered, Bible Questions, o que é Apologética ?, disponível em  http// www.gotquestions.org/português/apologética/.cristã.html, capturado em 15/09/14.









APOLOGÉTICA EVIDENCIALISTA - Luiz Philippe de Souza



            APOLOGÉTICA EVIDENCIALISTA

Luiz Philippe de Souza


          Ao iniciarmos o estudo apologético, é maravilhoso enxergar de maneira racional e prática aquilo que vemos e ouvimos em nossas igrejas. Nós cristãos recebemos de Cristo uma ordem, ao qual chamamos de “grande comissão”, que nos diz sobre nossa responsabilidade e dever de levar ao evangelho, para aqueles que ainda nunca ouvirão falar sobre ele. As escrituras deixam bem claro isso para nós, porém quais os meios ao qual iremos utilizar para cumprirmos essa tarefa? A ordem não está limitada a apenas proclamar ao evangelho, mas fazer discípulos, que estejam dispostos e segui-lo. Como fazer?
            O papel da apologética é nos dar as ferramentas necessárias para que possamos defender os pilares da fé cristã, por meio de princípios lógicos, para todos aqueles que valorizam a razão, possam entender o evangelho.
            Diversos princípios filosóficos passaram ao decorrer da história, pelo motivo de o ser homem, sempre tender para a razão, entender o porquê dos porquês? Cada princípio filosófico que surgiu direcionava o homem para diferentes lados, muitas vezes um aposto ao outro, como o humanismo, que tem como centro de tudo o homem, ou o materialismo, o evolucionismo, etc... Com o intuito de combater esses ideais, defendendo sempre os princípios cristãos, ou pelo menos com esse propósito, algumas abordagens apologéticas foram elaboradas. Dentre todas, as que tiveram maior repercussão e debate são as abordagens Evidencialistas e Pressuposicionalistas, ao qual vamos estudar sobre a abordagem Evidencialista.
            A apologética evidencialista como o nome já sugere, afirmam que as verdades de Deus devem e podem ser confirmadas por evidências históricas, fatos ocorridos no decorrer da história do homem. Dentre as demais, foi a primeira metodologia apologética que afirma que o cristianismo pode ser comprovado historicamente, mas não apenas da fé, ou melhor a fé existe quando existem evidencias que as legitime, com isso ela é comprovada. O maior fundamento dos evidêncialistas está em provar a existência de Jesus, confirmas os relatos bíblicos e até mesmo a existência de Deus por meio de evidências históricas, científicas, intelectuais, fatos e eventos ocorridos. Essa abordagem coloca o cristão e o não cristão ao mesmo patamar, quando se trata de fé, pois os dois têm como princípio de fé os mesmos elementos, evidências históricas e científicas, que não são originados por Deus, as por descobertas ou relatos humanos. Essa metodologia valoriza a ciência, a razão, a capacidade intelectual e social do homem em detrimento da revelação de Deus.Essa metodologia se limita a comprovar a existência de Deus, Jesus e as escrituras, entretanto, não abordam a situação de calamidade do homem decorrente a seu pecado, e sua condenação por isso. Então como podemos pensar em um princípio que apologético, que não aborda os principais assuntos sobre o cristianismo, o evangelho para o homem pecador. Com isso os evidencialistas se limitam bastante em seus argumentos, pois não existe cristianismo sem trazer uma consciência ao pecador sobre seu péssimo estado diante de Deus. Outro ponto que enfraquece essa metodologia é ter como único ponto de contato com o descrente, as evidências. O que deixa em questão alguns princípios das escrituras é o fato de apenas querermos comprova-los, por meio de razão e provas. Deixar algum ponto da fé cristã em dúvida, compromete toda a revelação de Deus, pois toda escritura se completa, não é possível considerar alguns pontos e desconsiderar outros. Por exemplo, se partirmos da definição de Fé “certeza que algo que não se vê.”. Essa definição acaba com qualquer tentativa de evidenciar, ou comprovar um fenômeno bíblico. É fato que diversos fatos e relatos bíblicos foram comprovados, como alguns relatos científicos atuais, como também fatos históricos, assim como diversas descobertas arqueológicas que reforçam a historicidade bíblica e que por muito tempo foram negados por apenas estarem descritos na bíblia.
Entre os diversos pensadores que defendem a metodologia evidencialista, podemos destacar o monge Tomás de Aquino. Baseado nas teorias de Aristóteles, o monge foi um dos percussores do escolasticismo, que não tinham o propósito de ensinar a verdade, mas organizar racionalmente um corpo de ideias afinsconstituíremum pensamento de maneira organizada. O escolasticismo não tinha propósito nenhum em afirmar os princípios bíblicos, afinal de contas o que sustenta as escrituras é a fé, não razão, o que dificultava os pensadores desta escola. Os pontos em que não se encontrava definições racionais eram acrescentados princípios de alegoria, distorcendo na sua maioria do que o texto sagrado propunha.  Nesse período surgiu as indulgencias e de diversos pensamentos que seguem a igreja católica até os dias de hoje. O alvo do evidencialismo não é apresentar o evangelho do arrependimento ao homem, mas apenas comprovar a existência de Deus e a veracidade das escrituras.No período escolástico comprovação da existência de Deus, tinha como propósito causar medo nas pessoas, transformando o cristianismo em um comércio.
Uma abordagem apologética precisa ter 4 pontos fundamentais para se tornar completa, esses pontos são:Um ponto de partida lógico; Um ponto de contato com o descrente ou também chamado de terreno comum ; Provas da verdade e Definição de Pressupostos. Como ponto de partida lógico, a apologética evidencialista se firma no empirismo, as leis naturais, os sentidos, etc... ou seja, todo esse método está baseado na comprovação dos fatos, por meios materiais físicos, fatos confirmados pelo próprio homem, emoções, sentimentos, natureza e razão. Como ponto de contato entre o cristão e o não cristão, estão os fatos, eventos e ocorrências que comprovam o que está sendo defendido, no caso Deus. Todo o homem busca o conhecimento sobre sua origem, o que virá após a morte, se existe Deus. Para responder a essas perguntas nada melhor para o homem natural que desconsiderar a fé, e olhar para o que pode realmente ser visto com os próprios olhos. O ser homem acredita apenas no que seus olhos veem, “contra fatos, não há argumentos”.  Nesse ponto fica realmente fácil convencer o não cristão a acreditar em Deus, pois a cosmovisão é a mesma, fatos são reais quando comprovados. Encontrar ocorrências que provam a existência de Deus basta olharmos ao nosso redor, mas paramos por ai. Não encontramos fatos que provem nossa situação diante de Deus, apenas nós mesmos, por isso não encontramos tanta facilidade de levar o pecador até Cristo.
A prova da verdade do Método evidencialista é que algo apenas será verdadeiro, se for seguido por fatos, ou pelo menos depender de um principio lógico. Não encontramos muita lógica ao escutarmos que um menino nasceu de uma mulher nunca tocada por um homem, que gerou um menino por meio de um espírito, onde esse era o filho de Deus, que fazia milagres, curava, andava sobre as águas, mesmo assim foi preso, traído por aqueles que o seguiam. Após isso foi morto da pior maneira que uma pessoa poderia morrer, de maneira maldita e que após tudo isso, ressuscitou ao terceiro dia e voltou para o céu, reinar com o seu Pai, o próprio Deus e disse que voltaria para buscar todos aqueles que se arrependessem de seus pecados. O apóstolo Paulo fala no livro de coríntios, que Deus não usa a lógica para esclarecer o evangelho, mas a falta da razão. Como pressupostos, os evidencialistas acreditam que a certeza absoluta é impossível, tudo está baseado na probabilidade.
Existem provas concretas das ações de Deus no mundo, afinal de contas Ele é o Senhor da história, mas querermos que os pilares do cristianismo estejam baseados nas evidencias históricas científicas, encontraremos diversos problemas e nunca conseguiremos defender um evangelho real. A base da comprovação de Deus é a fé, por isso que sem a fé, não poderemos agradar a Deus. Entender a existência Dele, é importante, mas saber o que fazer diante dessa verdade é o que realente interessa para nós. Compreender nossos pecados, tomarmos a atitude de arrependimento, e vivermos como crentes, aqueles que creem e praticam os ensinamentos de Cristo, isso é o que realmente importa. Evidencias são manipuladas por homens, o que por sua vez não possuem total segurança, poderá haver influencia sua nas informações, assim como foi visto na idade média, onde a fé era comercializada. Evidencias ajudam, mas não sustentam o cristianismo, a racionalidade esconde Cristo e a verdade.






Trabalho de Apologética
Aluno: Luiz Philippe de Souza
Turma: Terça- noite
Abordagem apologética Evidencialista